Por estes tempos minhas paixões arrebatadoras só tem durado um dia, assim meus sonhos, mágoas, objetivos...Vejo, então, ao longo dos meses, rosários e rosários de sonhos, paixões e aspirações a fluírem em direções impossíveis... Alguns chamariam a isso fraqueza de personalidade, frivolidade ou qualquer coisa que o valha, mas acho que acabo de descobrir a imensidão do mundo, a multiplicidade das coisas e a mágica do cotidiano... Ainda estou naquele estado de perplexidade, ainda naquela de se encantar com pedras e rosas... Amar um sonho, uma pessoa ou um deus acima de todas as coisas é, neste momento, incabível e injustificável para com as infinitas belezas desta vida e só uma emoção mais fantástica, um sentimento mais surreal me arrancaria do meu promíscuo encanto com o mundo, com as coisas e as pessoas dele... E, enquanto isso, acho que a esta "fase de encantamentos frequentes e etéreos" chamo quase-felicidade.
4 comentários:
Acho que foi cntg que relembrei esses dias do questionamento de uma amiga, aos 15 anos, acerca doq era a felicidade.
Pois sim, libertemo-nos c a quase felicidade. Lá pelos tantos idos da vida, nós juntamos as figurinhas do álbum e veremos se já conseguimos a felicidade.
Bjos,mobein
não acredites em blá blá bláss
esse texto, muito bacana por sinal, me fez lembrar do zeca baleiro em scap quando diz que "você faz da minha carne triste quase feliz".
o estado de "quase" felicidade, embora estranho é presente. além do mais, devo confessar que, praticamente do mesmo jeito, tenho passado por essa sensação. a diferença é que eu cheguei a achar que fosse uma tendência minha à desistências.
desistências principalmente relacionadas a paixões. teu texto me trouxe uma reflexão.
cliquei aqui sem querer, nem sabia que esse blog era teu, andréa danada. hahaha. cliquei porque acabava de escrever um texto sobre felicidade. vai entender. hahaha.
um beijo,
e já dizia um amigo poeta, que não é possível felicidade plena mas sim doses homeopáticas dessa felicidade...
que bonito,
=)
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