Eu sempre testei a Arte, nunca a tive como peça de decoração biográfica. Testo a Arte para atestar da humanidade o que é que ela sente, que é que ela quer, que é que eu sinto, que é que eu quero.
O homem só é verdadeiramente bom quando é artista. Se Arte é atravessar-se, não há maldade, não há egoísmo, não há dor, nem amor... há sensações, sensações legitimamente humanas, e sempre aceitáveis. Que culpa temos nós do que nos vem ao pensamento?
E no final, a Arte ainda é o que nos resta. Um fio que une a todos - que nos perpassa e é também exterior a nós.
Das pessoas, a arte é a expressão mais legítima, de tudo quanto sentiu e que não sentiu, de tudo quanto quis parecer ou fingiu, é verdadeiramente aquilo que gostaria de ser ou mostrar, e por isso seu retrato mais fiel. Não somos o que fizemos ou tivemos, mas aquilo que gostaríamos de ter vivido. Desta forma, não há local mais seguro parar conhecer quem somos que aquilo a qual damos a tão louvável "licença poética", que nada mais é que uma licença para fazermos subversão com nós mesmos.
Por fim, a Arte me fez menos solitária e mais sozinha. Menos solitária porque me reconheço nos "sentires vários" e mais sozinha porque sei que as pessoas não possuem licença poética, portanto ainda não têm liberdade de serem exatamente o que sentem.
O homem só é verdadeiramente bom quando é artista. Se Arte é atravessar-se, não há maldade, não há egoísmo, não há dor, nem amor... há sensações, sensações legitimamente humanas, e sempre aceitáveis. Que culpa temos nós do que nos vem ao pensamento?
E no final, a Arte ainda é o que nos resta. Um fio que une a todos - que nos perpassa e é também exterior a nós.
Das pessoas, a arte é a expressão mais legítima, de tudo quanto sentiu e que não sentiu, de tudo quanto quis parecer ou fingiu, é verdadeiramente aquilo que gostaria de ser ou mostrar, e por isso seu retrato mais fiel. Não somos o que fizemos ou tivemos, mas aquilo que gostaríamos de ter vivido. Desta forma, não há local mais seguro parar conhecer quem somos que aquilo a qual damos a tão louvável "licença poética", que nada mais é que uma licença para fazermos subversão com nós mesmos.
Por fim, a Arte me fez menos solitária e mais sozinha. Menos solitária porque me reconheço nos "sentires vários" e mais sozinha porque sei que as pessoas não possuem licença poética, portanto ainda não têm liberdade de serem exatamente o que sentem.
2 comentários:
Assino embaixo.
Inteiramente.
Nossa, quando ela tira pra escrever alguma coisa... sai de baixo, lê até os olhos saltarem das órbitas! Porque a perfeição ainda é algo alcançável sim.
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