quinta-feira, 7 de maio de 2009

Imagino-te com fidelidade, sei que virá, escuto teus desejos, cheiro teus passos, mordo teus beijos, é óbvio que trará falhas, ai de ti se não trouxe-las, e é claro que já sinto sua falta – delicioso será, finalmente, desvelar-te – com a calma dos que se imaginam imortais…

Um comentário:

Rafael Sperling disse...

Uau, que blog estranho! gostei!