Perceba que dentre todos os filmes que verá na vida, apenas alguns te tocarão de modo especial. Pois guarda-os!
Atente para a quantidade de pessoas que conhece, quais delas te encantam e te deixam com vontade de conversar mais, dividir mais, estar mais? Pois é a estes que deve te dedicares.
Entre livros chatos, inúteis, fúteis, bobos, ou mesmo aqueles da chamada mais "alta literatura", a maior parte deles de nada te servirá. Mas haverão os simples e/ou os nem tão alardeados, que ainda assim te causarão profundas mudanças, como os livros que leste na infância. Releia-os, releia-os quantas vezes necessitar para conhecê-los de cor, e mesmo depois disso, não te prives de voltar a lê-los.
A vida é, sobretudo, expandir-se e selecionar. Conhecer e guardar. Ver e proteger.
Não temos tempo para conhecer tudo neste mundo, e essa pretensão é vã, inútil. Nos deixa afetados e tolos. Nossa dedicação a todas as coisas deste mundo deve vir do amor e não da tentadora vaidade de tudo querer conhecer.
2 comentários:
A verdade.
pois bem, vamos lá:
se eu não quisesse tudo, a vida seria pequena pra mim... mas tá, tudo bem, isso é postura individual.
e outra coisa, apesar de concordar com o tom geral do que disse tu, eu quero viver pra fora, entende?! e não pra dentro...
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